domingo, janeiro 31, 2010

Alguém pensou, sentiu, viveu e disse:

a vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração
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É uma grande verdade ou não é?

sexta-feira, janeiro 29, 2010

quinta-feira, janeiro 28, 2010

domingo, janeiro 24, 2010

24 de Janeiro

Hoje, é aniversário do meu irmão mais velho, Arlindo, a quem eu desejo muita saúde, tranquilidade e sorte em tudo na vida. Beijo grande, meu irmão!



Hoje, é aniversário do nosso amigo Zé Manel, que além de tocar harmônica (um instrumento que adoro) é dono de um vozeirão bonito pra danar! O Fado é mais Fado, quando ele canta. Parabéns, ZM!!!!



Hoje, completa um ano da minha chegada a Portugal.
Vou dizer a frase mais comum, depois que fazemos quinze anos: parece que foi ontem!!!!!!
Como é possível se viver tanto em tanta coisa em apenas um ano?!
Um dia, ainda escrevo um livro!!!!!!!
Parabéns ao nosso primeiro ano!!!!!


sábado, janeiro 23, 2010

Frase do dia + Imagem do dia

"Onde há música não pode haver maldade." (Miguel de Cervantes)


Mandala pintada à mão...
Uma das coisas de que mais gosto de fazer (E faço ao som de boa música... É tão bom!!!!!)



sábado, janeiro 16, 2010

Vai, Chaplin, ser gauche no céu*



A noite boêmia da cidade está de luto. Não haverá mais a figura de um Carlito se equilibrando entre a alegria e a melancolia, sobre as rodas de uma antiga bicicleta. Nunca mais será visto pelas noites da cidade, aquele personagem de si mesmo, cuspindo fogo como um dragão mambembe que tentava espantar a solidão e atrair um pouco de atenção, em troca de uns trocados. O artista de rua, melhor seria dizer de bares, que se vestia de Chaplin está morto desde o dia quatro. Sua arte não foi capaz de conter os dez tiros de revólver que lhe deram, após mais uma noite de jornada.

Diariamente aquele Carlito soteropolitano exibia sua performance de clown noturno e solitário. Um equilíbrio circense instável, feito de piruetas esperadas com patins ou skate e o gran finale no papel do homem que cospe fogo.

Terminado o espetáculo, ele derramava sobre os frequentadores o seu olhar indecifrável que escondia múltiplos sentimentos. Com o seu chapéu-coco pedia o reconhecimento em forma de algum dinheiro para subsistência artística.

Tudo nele parecia incompleto. O malabarismo, a maquiagem, o figurino, tudo. E residia aí sua graça, a nos lembrar do Carlito real, criado por Charles Chaplin, que ousou inserir um antagonista como principal personagem de um cinema em busca de afirmação como arte.

Assim também era o nosso Chaplin, com seu grito característico, avisando aos boêmios que dessem uma pausa na cerveja, ou nas conversas etílicas que resolvem todos os problemas do mundo, para dispensar um fragmento de tempo e vê-lo desafiar Isaac Newton e a Lei da Gravidade, no picadeiro de asfalto urbano.

Ao morrer, as páginas policiais desvendaram sua identidade chamando-o de Gildenor Ferreira de Oliveira, 54 anos. Disseram também que o motivo da chacina fora uma vingança de traficantes porque aquele Chaplin ousou ensinar sua arte para tirar meninos do território das drogas. No limiar de uma nova década do século XXI, a combinação de arte e educação ainda provoca instabilidade e medo em quem faz da bala e da violência sua própria lei.

Os tiros provocaram uma morte múltipla. De uma só vez foram extintos Chaplin, Carlito e Gildenor. A arte de rua, os meninos do seu projeto e as noites de Salvador estarão mais tristes a partir de agora.


* Texto do jornalista baiano Alberto Freire, de quem tenho o privilégio e orgulho de ser amiga.
Foto (net) do arquivo de Alberto Freire

Retirado daqui
www.ladobdesalvador.blogspot.com

quinta-feira, janeiro 14, 2010

Hoje é dia de Nosso Senhor do Bomfim, na Bahia. Salve Oxalá!!!!!!!


"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco" Clarice Lispector







quarta-feira, janeiro 13, 2010

HAITI

Já não bastavam a pobreza e a miséria?




segunda-feira, janeiro 11, 2010

Socorro!!!!!!!!!!!!!!

Manheeeeeeeê, não quero mais brincar de frio, não!!!!!!!!!!!

Que frio filho de uma égua!
É frio que nem a gota serena!!!


Esse povo que vem do dendê num guenta esse frio não!!!

Brrrrr....Inté!