domingo, maio 29, 2011

Cantoria e bons momentos na Velha Gaiteira, no sábado passado



  Com André Campelo (violão) e Silvio Franco (bateria)
O ambiente da Velha Gaiteira, sempre acolhedor








 Grande momento, acompanhada pelo super backing vocal das minhas meninas queridas. Elas são como preciosos presentes em minha vida.

  O filhote Gabriel e a linda amiga Ana Karin

A canja do Nery

 A canja da Roberta Mossi
 

 Euzinha, assistindo às canjas

 Euzinha, com a Su (a moça bonita dos olhos cor de mar). Nós duas com rosas ofertadas pela Brigite


Quem ainda não conhece a Velha Gaiteira "...é ruim da cabeça ou doente do pé..."

segunda-feira, maio 23, 2011

Mandalas no Pout Pourri

Depois de uma temporada na Velha Gaiteira, as minhas Mandalas foram matar a saudade do Brasil, escutando o sotaque mineiro do Jonas, lá no Pout Pourri, em Alfama.
















O Pout Pourri fica na Rua dos Remédios, 49, Alfama

domingo, maio 08, 2011

Um bilhete para minha mãe

 07 de Maio... Faz um ano que você partiu para o lado misterioso da vida, mãe.


Em verdade, a sua despedida teve início há uns tantos anos atrás.
A partir daquele AVC, fomos lhe perdendo devagar, aos bocadinhos.
Talvez o momento mais marcante tenha sido a primeira vez que enxergamos o vazio em seu olhar. Era a certeza de um caminho sem volta.
Algumas vezes, nos presenteava com pérolas do seu costumeiro humor (deliciosamente ácido). Eram verdadeiros oásis. Traziam uma brisa reconfortante, como se nos dissessem que ainda estava ali.


Hoje, só tenho vontade de lhe pedir desculpas pela minha falta de paciência, meu egoísmo, pela minha intolerância, pela minha incapacidade de lidar com as nossas diferenças de temperamento.


Hoje, mãe, me arrependo dos beijos todos que não lhe dei, dos abraços todos que ficaram guardados em tolas gavetas.
Porém, sinto orgulho de um presente que lhe dei e que lhe encheu a vida de luz, cinco anos após a morte de meu pai: o seu neto Gabriel.


Hoje é o Dia das Mães, mas é apenas mais um dia dentro da imensa saudade que habita em meu peito.


Sempre que sinto o cheiro de uma flor, sinto a sua presença bem ao meu lado