Chicão, Bernardo e mais outro priminho (do lado do pai)... Era uma vez, estes sete meninos...
E, até hoje, brincavam só brincadeiras de meninos. E estávamos habituados a elas. De agora em diante, junto com eles, vamos aprender que tem o cor- de -rosa, tem as bonecas, tem os cozinhados, tem as panelinhas, tem os vestidinhos, os lacinhos de cabelo...Tem o perfume da flor menina... Agora temos a nossa MARINA!!!!!!!
A felicidade tem este cheiro de flor!!!!!!!! (E mesmo nós, do lado de cá do oceano e Gabriel (quase do outro lado do mundo), somos capazes de sentir este maravilhoso cheirinho)
Tenho mais um sonho a ser realizado: segurar a nossa florzinha nos braços e inspirar profundamente!
Ontem, vivi uma noite fantástica, há muito sonhada. Como presente de casamento, Zé me proporcionou viver este sonho. Juntos, compartilhamos emoções indescritíveis. Os vídeos podem dar uma fraca idéia, mas não são fiéis ao que se vê e ao que se sente lá, ao vivo. Ficamos na terceira fila, bem em frente ao palco. O que podemos ter perdido em termos de visão de conjunto, foi compensado pela possibilidade de vermos todas as expressões faciais, de ouvirmos as respirações, vermos os rostos e suas fantásticas maquiagens, os figurinos, as texturas das roupas...Enfim, TUDO o que não poderíamos ver e sentir se não estivéssemos tão próximos. Por várias vezes, trapezistas voaram acima das nossas cabeças, causando aquele frisson nas nossas barrigas. Isto não tem preço! Os artistas são perfeitos na técnica circense. É inacreditável o que fazem com o corpo! Há contorcionistas que mais parecem bonecos de borracha. Os malabaristas parecem dominar o tempo-espaço. Os clowns são hilários! O cenário, a luz, o som, a música...Tudo em perfeita harmonia para dar vida à história de um anjo(ou de um homem-pássaro)que cai na terra, mais precisamente, no topo de um vulcão. Os personagens fazem desta história uma aventura surreal e nesta fantasia mergulhamos.
Para mim, que ainda não vi tudo nesse mundo, é o maior espetáculo da terra! Há um cuidado excessivo nos detalhes. Na entrada, há sombras projetadas na lona. Resumindo, é tudo muito bem pensado e estruturado, desde o momento que se entra, até à saída. E foi na saída que chorei ao lembrar o quanto Lucas e Vitinho (sobrinho e sobrinho-neto) iriam adorar! Também chorei por lembrar, tão vivamente, do meu filho Gabriel (como eu, amante da fantasia). Cheguei a escutar a sua voz, tantas vezes a me chamar: mãe, vem...É o Cirque du Soleil na televisão!
O Cirque du Soleil, nascido no Canadá, viaja pelo mundo apresentando este mais recente espetáculo criado pelo grupo, o VAREKAI. Pra quem não perdeu a ferramenta do sonho (de quando somos crianças), é imperdível!
Como eu gosto muuuuuuuito dela e sei o quanto ela gosta da "Mama África", aqui vai uma prendinha no teu dia, Isabelita! Que sempre possas correr atrás dos teus sonhos mais preciosos e nunca me negues o teu sorriso.
Quem oferta uma flor ao amigo também oferta um poema com palavras do coração e da alma Quem recebe a flor de um amigo E sabe ler tal poema, de tão feliz, desaba em lágrimas
Assim aconteceu comigo, na sexta passada. Dois amigos, Isabel e João, ofereceram-me uma prenda significativa e marcante: flores lindas (cultivadas com os melhores e mais nobres sentimentos) colhidas no jardim da casa deles. No momento, fiquei sem palavras. Mesmo agora, tudo que eu tentar dizer, sempre será muito pouco.
Para todas as mães que conheço e para as que por aqui passarem, deixo um poema simples.profundo de Sebastião da Gama (Poeta português)
Quando eu nasci, ficou tudo como estava, Nem homens cortaram veias, nem o Sol escureceu, nem houve Estrelas a mais... Somente, esquecida das dores, a minha Mãe sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci, não houve nada de novo senão eu.
As nuvens não se espantaram, não enlouqueceu ninguém...
P'ra que o dia fosse enorme, bastava toda a ternura que olhava nos olhos de minha Mãe...
E o poema com cheiro de flor é de autoria do meu Zé
Venho dizer-te aqui, agora: o Abril deste ano abriu uma porta tão pequenina, mas tão pequenina, pela qual só passaram algumas formigas (trabalhadeiras e talentosas, vá lá!). Mas, acredite, como eu acredito, que em breve uma porta aberta aparecerá em seu caminho, a porta certa para o seu tamanho...E, por falar em tamanho, tu és grande...Tu és MAIOR, meu amigo artista!
Este Abril esqueceu que o 25 de Abril foi feito pelo povo. Pelo povo, ele deve ser cantado SEMPRE! As canções devem, facilmente, cair no agrado geral e jamais ser herméticas e executáveis por apenas meia dúzia de pessoas.
de Salvador-Bahia-Brasil, agora vivendo em Lisboa.
Escrevo por mim e para quem amo.
Sou cantora e também gosto de pintar. Tudo isso que faço, antes de mais nada, é para atender às minhas necessidades internas.
As fotos nos posts são, em maioria, da autoria do meu Zé. Eu uso as cores, as canções e a palavra escrita pra me expressar e ele faz poesia com o olhar.
Meus contatos: leticiagabian@gmail.com / gab.ian@hotmail.com