
quinta-feira, setembro 25, 2008
terça-feira, setembro 23, 2008
Hoje é o primeiro dia da Primavera
Sol de primavera
Ronaldo Bastos
Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão
Onde a gente plantou
Juntos outra vez
Já sonhamos juntos
Semeando as canções ao vento
Quero ver crescer nossa voz
No que falta sonhar
Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender

No tempo da Primavera
Música e letra de autor desconhecido
Canção popular da Região do Baixo Alentejo
No tempo da Primavera
Há lindas flores no prado
Canta, ó lindo passarinho
Ao nascer do sol doirado
Ao nascer do sol doirado
Ó meu amor, quem me dera
Pisando os mimosos prados
No tempo da Primavera
No tempo da Primavera
Há lindas flores no prado
Canta, ó lindo passarinho
Ao nascer do sol doirado
Ao nascer do sol doirado
Ó meu amor, quem me dera
Pisando os mimosos prados
No tempo da Primavera
segunda-feira, setembro 22, 2008
domingo, setembro 21, 2008
E haja “tapete vermelho”!!!
Inicio esta postagem pedindo licença (e, de certa forma, alguma desculpa) aos meus queridos amigos e amigas e a qualquer pessoa, do outro lado do oceano, os quais não apresentem nenhum traço de xenofobia (mais precisamente, tupiniquimfobia).
De madrugada, mais uma vez com dificuldade pra conciliar o sono, acabei por passar num sítio ao qual tenho evitado ir já há bastante tempo, por razões mais do que óbvias. Por uma dessas “engraçadas” coincidências, encontro postado o seguinte texto:

Lógico que é um texto escrito por pessoa sem o devido conhecimento, mas o fato é que veio servir como pano de fundo para o assunto preferido daqueles que carregam a pecha do preconceito.
Os comentários a seguir versaram sobre as brasileiras, denominadas como “as que andam por aí”. Como subtexto, ouso acrescentar: “as que andam por aí atrás dos nossos namorados, noivos e maridos”. Uma vez que há uma interminável lista de mulheres insatisfeitas com a presença das prostitutas brasileiras em solo lusitano.
Tal insatisfação, por sua vez, não passa (também) de pano de fundo para a xenofobia reinante, mais precisamente, a tupiniquimfobia (termo criado hoje por mim para denominar o ódio, o asco, o medo, a insegurança, enfim, inúmeros sentimentos menores dirigidos aos brasileiros, em geral).
Estas pessoas devem achar que são mágicas ao ponto de conseguirem apagar séculos de história. Então, que direito tem qualquer cidadão português de rechaçar estrangeiros provenientes das ex-colônias de Portugal (Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Angola, Moçambique, Timor e Macau?). Não dá pra esquecer que foi Portugal que saiu por aí a invadir, saquear, esvaziar outros sítios em nome da Coroa. Do Brasil foram retirados inúmeros carregamentos de Pau-Brasil, sem falar no nosso ouro e outras riquezas. Não dá pra esquecer que foram navios portugueses que transportaram para o Brasil milhões de escravos negros (assim foi introduzida a cor escarlate (de sangue) num país antes cheio de verde e de mar). Não dá pra esquecer que a prostituição começou quando as nossas índias e negras foram obrigadas a se deitar com os portugueses-patrões-feitores-senhores de engenho.
Não me calo e nunca me calarei diante de qualquer situação na qual exista este tipo de preconceito. É inaceitável, é irracional, é algo fruto de uma ignorância bem maior que a daquela pessoa que escreveu esse texto infeliz.
Apesar de tudo, somos um povo hospitaleiro, principalmente (e veja só que ironia!) quando acolhemos portugueses. Somos a mistura de vários povos. Não somos perfeitos... Ai que chatice querer ser assim! Por sorte, não herdamos o temperamento amargo, rancoroso e sofredor do povo português. Por isso, não damos lugar para sentimentos de tal ordem.
Como prova de que não guardo rancores, amo um português, com ele vou casar e viver em Lisboa (até que possamos voltar a viver em minha terra natal Salvador-Bahia- Brasil -América do Sul-Terceiro Mundo... “pois terra mais linda não há”).
De madrugada, mais uma vez com dificuldade pra conciliar o sono, acabei por passar num sítio ao qual tenho evitado ir já há bastante tempo, por razões mais do que óbvias. Por uma dessas “engraçadas” coincidências, encontro postado o seguinte texto:

Lógico que é um texto escrito por pessoa sem o devido conhecimento, mas o fato é que veio servir como pano de fundo para o assunto preferido daqueles que carregam a pecha do preconceito.
Os comentários a seguir versaram sobre as brasileiras, denominadas como “as que andam por aí”. Como subtexto, ouso acrescentar: “as que andam por aí atrás dos nossos namorados, noivos e maridos”. Uma vez que há uma interminável lista de mulheres insatisfeitas com a presença das prostitutas brasileiras em solo lusitano.
Tal insatisfação, por sua vez, não passa (também) de pano de fundo para a xenofobia reinante, mais precisamente, a tupiniquimfobia (termo criado hoje por mim para denominar o ódio, o asco, o medo, a insegurança, enfim, inúmeros sentimentos menores dirigidos aos brasileiros, em geral).
Estas pessoas devem achar que são mágicas ao ponto de conseguirem apagar séculos de história. Então, que direito tem qualquer cidadão português de rechaçar estrangeiros provenientes das ex-colônias de Portugal (Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Angola, Moçambique, Timor e Macau?). Não dá pra esquecer que foi Portugal que saiu por aí a invadir, saquear, esvaziar outros sítios em nome da Coroa. Do Brasil foram retirados inúmeros carregamentos de Pau-Brasil, sem falar no nosso ouro e outras riquezas. Não dá pra esquecer que foram navios portugueses que transportaram para o Brasil milhões de escravos negros (assim foi introduzida a cor escarlate (de sangue) num país antes cheio de verde e de mar). Não dá pra esquecer que a prostituição começou quando as nossas índias e negras foram obrigadas a se deitar com os portugueses-patrões-feitores-senhores de engenho.
Não me calo e nunca me calarei diante de qualquer situação na qual exista este tipo de preconceito. É inaceitável, é irracional, é algo fruto de uma ignorância bem maior que a daquela pessoa que escreveu esse texto infeliz.
Apesar de tudo, somos um povo hospitaleiro, principalmente (e veja só que ironia!) quando acolhemos portugueses. Somos a mistura de vários povos. Não somos perfeitos... Ai que chatice querer ser assim! Por sorte, não herdamos o temperamento amargo, rancoroso e sofredor do povo português. Por isso, não damos lugar para sentimentos de tal ordem.
Como prova de que não guardo rancores, amo um português, com ele vou casar e viver em Lisboa (até que possamos voltar a viver em minha terra natal Salvador-Bahia- Brasil -América do Sul-Terceiro Mundo... “pois terra mais linda não há”).

O tapete vermelho da foto acima deveria ser estendido quando da chegada, em solo português, de qualquer estrangeiro proveniente dos sítios onde aconteceram atos predatórios por parte do seu povo.
E (agora sendo muito mázinha) muitos daqueles que fazem parte da população masculina portuguesa, certamente, iriam emprestar seus braços para tal empreitada (E com muito gosto).
sábado, setembro 20, 2008
Explicando o 20
Parecia ser mais uma noite igual às de sempre... Fazia a costumeira ronda pela blogosfera até que, entre alguns comentários, me deparei com um rosto para o qual desviei toda a minha atenção. Logo tratei de visitar a página correspondente à foto, a qual chamava-se “Conversas... Ou talvez não”. O conteúdo constava de belíssimas fotos de autoria do dono do blog em questão. Fiquei maravilhada. Fui, literalmente, capturada pelos olhos. Virei refém (e na altura, nem fazia idéia do quanto!).
Comentei lá um post e fui visitada em retribuição (afinal, é assim que costuma funcionar a coisa). Tal visita mexeu muito comigo e deixou “aquele gostinho de quero mais”. Porém, nada aconteceu. Um belo dia (não resistindo ao desejo de fazer o primeiro movimento, decidi bater à sua porta)... A página havia sido removida...
Cheguei a pensar que a história teria um fim bem ali. Mas, bastou só um tempinho e, não sei bem como, entrei num sítio chamado “De Passagem”. Algo ali me pareceu extremamente familiar. Num comentário, perguntei se ele seria quem me parecia ser. A resposta foi afirmativa.
Após este fortuito reencontro, os comentários e as visitas foram se sucedendo, com freqüência cada vez maior. Num impulso, escrevi um mail... E o enviei. A resposta veio rapidinho. Fomos trocando correspondências e, como conseqüência natural, iniciamos o contato via msn.
A curiosidade aumentava progressivamente, em ambos. Fazíamos câmbio das informações pessoais e sentíamos que o interesse mútuo ia crescendo a cada dia. Passamos a nos ver e a conversar pela cam (como a modernidade pode ser fantástica!).
Em muito pouco tempo, a comunicação passou a ser diária e necessária (pra dizer melhor).
É importante contar (coisa que já fiz em post anterior) que adentrei a blogosfera (em maio de 2006) pelas mãos do meu filho Gabriel. Como estudante de jornalismo (na altura), teve como tarefa a criação de um blog (o http://dendeenoticias.blogspot.com) e deu-me a idéia de criar outro para mim. Em menos de seis meses conheci o meu Zé (apelidado, por mim, de José Maroto por conta do super sorriso que tem o rapaz... E todos hão de concordar comigo, sem dúvida).
Comentei lá um post e fui visitada em retribuição (afinal, é assim que costuma funcionar a coisa). Tal visita mexeu muito comigo e deixou “aquele gostinho de quero mais”. Porém, nada aconteceu. Um belo dia (não resistindo ao desejo de fazer o primeiro movimento, decidi bater à sua porta)... A página havia sido removida...
Cheguei a pensar que a história teria um fim bem ali. Mas, bastou só um tempinho e, não sei bem como, entrei num sítio chamado “De Passagem”. Algo ali me pareceu extremamente familiar. Num comentário, perguntei se ele seria quem me parecia ser. A resposta foi afirmativa.
Após este fortuito reencontro, os comentários e as visitas foram se sucedendo, com freqüência cada vez maior. Num impulso, escrevi um mail... E o enviei. A resposta veio rapidinho. Fomos trocando correspondências e, como conseqüência natural, iniciamos o contato via msn.
A curiosidade aumentava progressivamente, em ambos. Fazíamos câmbio das informações pessoais e sentíamos que o interesse mútuo ia crescendo a cada dia. Passamos a nos ver e a conversar pela cam (como a modernidade pode ser fantástica!).
Em muito pouco tempo, a comunicação passou a ser diária e necessária (pra dizer melhor).
É importante contar (coisa que já fiz em post anterior) que adentrei a blogosfera (em maio de 2006) pelas mãos do meu filho Gabriel. Como estudante de jornalismo (na altura), teve como tarefa a criação de um blog (o http://dendeenoticias.blogspot.com) e deu-me a idéia de criar outro para mim. Em menos de seis meses conheci o meu Zé (apelidado, por mim, de José Maroto por conta do super sorriso que tem o rapaz... E todos hão de concordar comigo, sem dúvida).

Foi assim que tudo começou...
E todo dia vinte comemoramos este presente que a vida nos deu e continua dando.
Feliz dia 20, meu amor!!!!!!!
sexta-feira, setembro 19, 2008
quinta-feira, setembro 18, 2008
Olha só o que eu encontrei na minha Caixinha de Recordações
segunda-feira, setembro 15, 2008
domingo, setembro 14, 2008
Tanto faz........
Se for menina...

Ou menino....

O que verdadeiramente importa é que esta pessoinha que está pra chegar será acolhida e rodeada por um montão de gente com muito amor pra lhe dar

Vai ser uma misturinha de Luíza e Mário, meus sobrinhos queridos.

Ou menino....

O que verdadeiramente importa é que esta pessoinha que está pra chegar será acolhida e rodeada por um montão de gente com muito amor pra lhe dar
Vai ser uma misturinha de Luíza e Mário, meus sobrinhos queridos.
ÔBA!!!!!!!
Vou ser Ti-Vó mais uma vez!!!!!!!!!!!!!
(E o meu Zé vai ser Ti-Vô pela segunda vez)
segunda-feira, setembro 08, 2008
sexta-feira, setembro 05, 2008
terça-feira, agosto 26, 2008
Amor de Bailarina

Eles eram colegas de escola, desde o jardim de infância.
Cresceram juntos, moravam na mesma rua.
Apesar de tanta proximidade, eram invisíveis (um para o outro) até que os hormônios bateram às suas portas.
Despertaram (um para o outro) como quem emerge de um longo período de amnésia.
Descobriram-se.
Por ela, ele esquecia até das famosas partidas de futebol com os amigos.
Por ele, ela até faltava a algumas aulas do tão adorado balé, iniciado desde a mais tenra idade.
Mas, a vida tratou de separá-los. A família dele mudou-se para outro Estado.
Após um curto período de choros e promessas e juras, cada um rendeu-se aos apelos externos. Namoraram outros amores. Casaram com outras paixões.
Ele, sempre muito estudioso, formou-se com louvor e seguiu a carreira de Direito.
Vivia pela sua profissão e a abraçava como se fosse a mulher amada (talvez por não ter esquecido completamente aquela colega-vizinha, por quem sentiu bater o seu coraçãozinho pela primeira vez).
Ela, sensível às artes em geral e possuindo mesmo alma de artista, entregou-se ao balé clássico (uma entrega total, de alma e corpo, talvez por não ter esquecido aquele colega-vizinho, por quem sentiu bater o seu coraçãozinho pela primeira vez).
E o destino, em uma das suas divertidas manobras, resolve reunir os dois em um mesmo local, na mesma hora e minuto e segundo: a floricultura.
Ela ia comprar orquídeas para levar ao aniversário da irmã do seu ex-marido.
Ele ia comprar rosas brancas para levar ao aniversário da ex-sogra.
Reconheceram-se imediatamente apesar de já não serem mais os colegas-vizinhos daqueles anos 70. O tempo foi camarada e pouco ou quase nada alterou os traços em ambos os rostos.
Conversaram animadamente, como se tivessem separados há apenas uns meses. Trocaram telefones e breves informações esclarecedoras a respeito do viver da cada um. Iam retomar o contato... Após o breve encontro, esta era a frase que cada um repetiu mentalmente.
Retomaram o contato. Como amigos, iam a jantares, a festinhas, a cinemas e peças de teatro.
Ele comparecia a todas as apresentações do balé dela.
Ela estava presente em todas as partidas de futebol do time dele.
Tudo fluía leve entre os dois. Sentiam-se felizes como nunca.
De vez em quando, havia alguns olhares lânguidos, desejosos, insinuantes, mas nada passava desse ponto....era como se um ficasse à espera que o outro tomasse a iniciativa. Iam namorar.... Após cada encontro, esta era a frase que cada um repetia mentalmente.
Iniciaram a fase de namoro. Beijos apaixonados e intermináveis. Abraços tórridos e intensos...Tudo caminhava para o encontro maior entre os dois.
Marcaram a noite e se prepararam com esmero.
Primeiro, um jantar leve e impregnado de uma expectativa imensa. Depois, o caminho até a casa dela (que pareceu ser mais demorado do que nunca). E, finalmente, a chegada aonde aconteceria a entrega total entre os dois.
Sim, sei que pode parecer último capítulo de novela ou o ápice daqueles contos das edições de bolso das bancas de revista, mas...
Já na cama, ele foi despindo peça por peça até que ela ficasse completamente nua em sua frente. Era um momento mágico. Parecia que nada mais existia no mundo, além daquele quarto. Ele passeou os dedos em cada centímetro do corpo dela, ao tempo em que pensava nunca ter visto antes criatura mais perfeita e bela... Até parar nos pés da bailarina.
Desconcertou-se e sentiu que lhe faltava o ar. De um salto, levantou da cama, foi até a janela e respirou fundo... O mundo voltou a existir e acabou por cair em cheio em sua cabeça.
Vestiu-se, sem dizer palavra. Saiu do quarto, da casa e da vida da bailarina.
Ela ficou... Congelada nas sensações e emoções.
sexta-feira, agosto 22, 2008
quinta-feira, agosto 21, 2008
No JARDIM do Mundo

Somos todos como as flores.
Variam as cores, os perfumes...
Na essência, somos delicados
Como as pétalas das rosas.
Ainda assim, teimamos em machucar, ferir, prejudicar (principalmente) a nós mesmos e (frequentemente) aos mais próximos (filhos, pais, irmãos....).
É preciso que deixemos de olhar o mundo
(... Através de tão acanhada fresta)
Pelo ponto de vista do próprio umbigo.
O nosso olhar (quando não contaminado pelo rancor, ódio, raiva, ressentimentos e egoísmo exacerbado) enxerga
Além de até onde a vista alcança.
Desamor próprio é pior que as farpas de um arame
Estas farpas atuam como elos que formam uma corrente
Que prende...Impedindo os movimentos, as caminhadas,
os vôos, os sonhos, os desejos, o reconstruir a vida...
Fazendo sangrar as pétalas.
quarta-feira, agosto 20, 2008
O nosso dia 20
sábado, agosto 16, 2008
Na próxima sexta, lá na Zuzu, vou cantar pra Dorival!
sexta-feira, agosto 15, 2008
Duas dicas
Ouça e se delicie com o som do Grupo Zé da Guiomar - Samba e Bossa
Belo Horizonte- Minas Gerais

Esta fantástica tela de JB Lazzarini é a capa do CD deste grupo maravilhoso
Belo Horizonte- Minas Gerais

Esta fantástica tela de JB Lazzarini é a capa do CD deste grupo maravilhoso
Assista ao "Caçador de Pipas"..... Vale muito a pena
quarta-feira, agosto 13, 2008
sábado, agosto 09, 2008
2º Domingo de Agosto = Dia dos Pais (do lado de cá do Atlântico)

Neste dia
Quem tem o pai presente
Pode dar um abraço forte
Um afago
Um beijo na testa
Um carinho sorridente
Deixo aqui o meu abraço forte pra Arlindo, Luiz Fernando, Ivaldo, José Augusto, Juraci, Nelson, Marcus, Horácio Barros Reis, Diego Bruno, Pedrinho, Cleudson Passos, João, Marco Pereira, Nelson (O Sibarita), João Barroso, Clóvis Pondé, Clóvis Filho, Roberto, pra todos os pais que por aqui passarem e um muito especial, silencioso e invisível, para o meu pai (sem atrapalhar muito, pois sei que nesse momento ele deve estar a fazer o parto das estrelas)
quarta-feira, agosto 06, 2008
E se a partir de hoje proibissem as flores e os jardins....?





E pensar que na China já foi assim!
Imagina só.... Dentre uma vasta lista de proibições imposta aos chineses pelo regime, constava o impedimento ao cultivo de flores e jardins. Aquele que se rendesse ao culto ou, simplesmente, à admiração da beleza seria passível de terríveis constrangimentos e castigos.
Dá pra imaginar casas, vilas, cidades.... um país inteiro sem o verde, sem as cores, sem os perfumes, borboletas, passarinhos....?
Dá pra imaginar um povo proibido de ter acesso e de dar vazão à arte?
Dá pra imaginar um povo proibido de pensar, de criar, de crescer através da cultura, da literatura?
Só não dá pra entender como é que o povo chinês, que já passou por tantas, permite que o governo continue a reprimir a liberdade política e religiosa do Tibet.
Creio que já vimos um filme assim em um cinema MUITO PERTO DA NOSSA CASA.
Cabe a cada um de nós a luta contínua a fim de que este filme não venha a ser reeditado.
Como AINDA me é permitido o culto à beleza, estou ansiosa pela abertura dos jogos olímpicos, na próxima sexta-feira. Deverá ser um espetáculo e tanto!
Viva a FLOR!
Viva a liberdade!
Assinar:
Postagens (Atom)

























